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Tempestade

Tempestade Tropical é o nome pelo qual ficou convencionado os fenômenos cujos efeitos se assemelham aos furacões e tornados, porém com velocidade inferior a 130 km/h, a partir desta velocidade convenciona-se chamar de furacão.

O uso desta maneira para se referir aos efeitos de um fenômeno como este, tem caráter psicológico, pois as Tempestades Tropicais possuem as características de acordo com a sua velocidade, inferior ao do que é tratado como Tornado, Furacão ou Ciclone, e ocasiona danos muito menores.

Os prejuízos materiais e número de vítimas está diretamente relacionado à velocidade de seus ventos que girando em torno de seu centro, atingem até a velocidade mencionada e não chega a causar estragos tão elevados quanto um furacão pode proporcionar.

Em geral, as Tempestades Tropicais acontecem à partir dos Oceanos, principalmente no Atlântico Norte, no Índico Norte e no Pacífico Norte, partindo das proximidades com o Estreito de Gibraltar ao Noroeste da África, da Costa da Índia e da costa das Filipinas e Indonésia respectivamente.

Tempestades Tropicais passaram a ocorrer com certa regularidade no território brasileiro, principalmente nos Estados do Sul e Sudeste, atingindo por exemplo as cidades de São Vicente, Rio de Janeiro e algumas localidades do litoral de Santa Catarina e Paraná, com ventos fortes atingindo até 120 km/h. Ocorrências nesta categoria ocorreram em Maravilha-SC (1986) e em São JoaquimRS (1987), Cachoeira Paulista e Praia Grande (1993) e Ribeirão Preto no Estado de São Paulo em 1994.

Em razão da progressão deste fenômeno no território brasileiro, este tipo de atividade merece maior estudo para se conhecer as relações, tanto quanto as causas e a relação entre sua data e período de atividade para cada região.

Ocorrências foram registradas para os Estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e parte do Nordeste com ação nos meses de Maio e Junho, mas também nos meses de Outubro e Novembro, o que dificulta a interpretação analítica periódica do fenômeno em questão.

Da mesma maneira como tivemos atividades nos meses mencionados, já tivemos a apresentação em Janeiro, Fevereiro, Março e Abril para as mesmas localidades.

Pode existir uma limitação para as atividades se traçarmos dados e os confrontarmos com a ação favorável para cada região, mas é algo que precisa ser realizado e até o presente, não existem dados ou levantamentos realizados em torno deste assunto em nenhum instituto de pesquisa, meteorológico ou Defesa Civil de nenhum dos Estados brasileiros. A melhor apresentação que foi obtida partiu do Estado de Santa Catarina que em razão de uma tese de doutorado, forneceu um exemplar que explana os fenômenos registrados por meio de um levantamento a respeito no seu Estado (Levantamento dos Desastres Naturais Causados pelas Adversidades Climáticas no Estado de Santa Catarina período de 1980 a 2000; de Maria Lúcia de Paula Herrmann; contribuição do governo do Estado de Santa Catarina e Defesa Civil estadual). O mesmo não existe nos demais e precisa ser realizado.

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