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África

Dentre todos os continentes do planeta, o Continente Africano está entre os que menos sofreram alterações por conseqüência do desaparecimento da ilha-continente de Atlântida, apesar de sua proximidade. Mas é um resultado que tem relação direta com a constituição geológica do seu bloco continental, que está em condição oposta ao continente Europeu.

As cadeias montanhosas mais expressivas se encontram na região do Marrocos e Norte da Argélia, ao Noroeste do continente, e na extremidade oposta nos territórios da Etiópia, Kenia, Tanzânia e Zâmbia. Outro grupo montanhoso é formado ao extremo sul do continente formando um V, vindo desde Angola e Namíbia ao Oeste, seguindo pela África do Sul e prosseguindo em sentido ao Nordeste para o Zimbábue.

Esta condição do relevo pode vir pelo fato de que ao não sair de seu posicionamento anterior, nem modificar o formato de seu continente, a África tenha sofrido as conseqüências do agrupamento do magma sob sua placa tectônica ocasionado por um fenômeno físico exemplificado pelo impacto entre corpos.

O efeito deste fenômeno é semelhante ao que é conferido pelas leis da física como vemos na ilustração ao lado.

Uma conseqüência gritante do efeito produzido por este impacto, está na condição apresentada pela ilha de Madagascár.

É curioso que esta condição em que se apresenta a ilha de Madagascár, esteja apresentada de uma maneira em que podemos interpretar como uma posição perpendicular em relação aos extremos do planeta. Porém já existem fotografias tiradas por satélites da Agência Espacial Norte Americana (NASA), onde é possível perceber a posição da ilha sob um ângulo inclinado e não alinhado como conferimos pelos mapeamentos de há tão somente algumas dezenas de anos.

O que isso pode representar? Um erro da cartografia? É póuco provável, pois os trabalhos cartográficos de poucos anos atrás são elaborados à partir de equipamentos de medição cujos valores de qualidade já eram muito superiores para que um erro tão grosseiro viesse a ser registrado deste modo.

O que fica então muito evidente, é que porções terrestres possam se deslocar em uma velocidade muito superior ao que determinamos por registros contemporâneos.

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