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Ásia

Relevo

O Continente asiático apresenta um relevo com característica diferente daquilo que se poderia observar pelo movimento de arrasto. Se admitirmos que este continente esteja se deslocando ou que tenha realizado este movimento com sentido ao extremo norte magnético, basendo-se nas interpretações da geologia contemporânea, era de se esperar que ao Norte da Ásia estivessem desenvolvidas cadeias montanhosas para justificar o agrupamento de regiões.

Esta situação não existe, da mesma maneira como também não ocorre com a Groenlândia e com a Austrália.

Apesar de seu movimento estar condicionado a um deslocamento muito menor pois a sua posição em relação à antiga geografia não é tão distante da atual, o movimento em direção ao extremo norte existiu e possibilitou os contornos geográficos existentes, alterando do que existia no passado quando da antiga orientação magnética para a atual.

Montanhas se formam a partir do acúmulo significativo do magma sob uma placa continental. Quando ele está em grande quantidade, acaba proporcionando a elevação de uma região dando origem a uma montanha.

O agrupamento do magma no continente asiático pode ser observado pelas cadeias montanhosas existentes neste continente.

Os efeitos produzidos pela imersão do imenso bloco do qual se constiruía a ilha de Atlântida, conferiu em diversas partes do globo o acúmulo do magma.

Everest - 8.848 metros de altitude

Estas condições são percebidas pelos exames realizados no cume do monte Everest e na origem das ilhas oceânicas.

No monte Everest, foram encontrados fósseis marinhos, o que permitiu interpretar que em um passado relativamente recente (inferior a doze mil anos), a região da qual se constitui a atual montanha mais alta do planeta, era uma região de lago, ou profundeza marinha.

Esta afirmativa vai contra as teorias evolucionistas que dão razão a uma elevação montanhosa dentro de um período geológico que permita ordenar o raciocínio humano. Com isso as montanhas do Himalaia teriam se formado ao longo de 60 milhões de anos. A presença dos detritos no Everest prova o contrário...

Fazer entender que montanhas como o Himalaia, a Cordilheira dos Andes, as Montanhas Rochosas, os Alpes suíços entre outros tantos fenômenos produzidos na Terra e que deram origem a estas condições de relevo tenham se desenvolvido a partir de efeitos que permitissem tal resultado, é interpretado como teoria criacionista.

Para a ciência moderna, tudo o que não pode ser esclarecido sob a ótica dos dados palpáveis e ordenados à logica do seu raciocínio, é tido como ordem criacionista. Minimizada pela razão esclarecedora da intuição, o criacionismo não é interpretado como segmento creditado na ciência por ausência de dados comprobatórios para afirmativas como a que está sendo exposta.

Todavia, o meu intuito está em reordenar as teorias que cercam o tema da Deriva Continental, como já foi afirmado.

Amparado nos dados pesquisados e apresentados nesta página, pretendo deixar como um legado à posteridade, todo o resultado do meu trabalho. Se estiver correto no que tenho afirmado e no que tenho obtido como respostas, elas serão confirmadas dentro de um espaço de tempo muito curto, onde espero não ter de me ausentar em vida para ver tudo reconhecido, tal como ocorreu com Platão, Wegener, Mercator, Piri Reis entre outros.

Ainda sobre o continente asiático, existem registros que apontam para a elevação das montanhas do Himalaia em cerce de 5 cm anuais.

Sabendo-se que existe uma pressão do placa da Índia contra este continente, presumiu-se que a alteração anual nos dados registrados pelos equipamentos de medição nas referidas montanhas estivesse registrando a elevação das mesmas.

Mas é preciso compreender outros problemas antes de incorrer em um provável equívoco de interpretação. Por exemplo, não existem pesquisas que apontem para o grande problema do nivelamento oceânico (um dos objetos de pesquisa em que tenho amparado o meu trabalho), pois com a utilização dos canais de Suez e do Panamá, a elevação do Oceano Atlântico vêm ocasionando a conseqüênte perda de nível para o Oceano Pacífico.

Em razão disso, outro efeito pode ser percebido, o da mudança nas condições de pressão atmosférica da região onde as massas de ar sobre os oceanos têm sua atividade registrada como é o caso da Índia e da Ásia.

Se o Oceano estiver perdendo o seu nível, ele altera o valor indicado nos equipamentos de medição a cada ano, fazendo com que os registros venham a ser deturpados pela diferença na pressão ao nível do mar, onde são baseados os dados para medir a altitude de cada montanha. Os altímetros (barômetro aneróide), assim como os barômetros, são equipamentos com mercúrio, que decrescem fazendo com que o indicador de altitude varie para baixo à medida em que é conduzido para uma maior altitude, de acordo com a pressão atmosférica ao nível do mar.

Barômetro de Torricelli criado em 1643

Quando o mar reduz o seu nível, ele altera os dados de medição, fazendo com que os registros apresentem uma aparente elevação da montanha, que pode não estar ocorrendo, ou ao menos ter um valor muitas vezes inferior ao que é divulgado.

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