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Eratosthenes

194 d.C.

Este mapa de Eratosthenes do ano de 220 a.C., identifica regiões habitadas por povos como os Celtas, os Bretões, os Arianos e Anthíopes. A ilha identificada por Dicaercus de Mesana também é mencionada aqui como Thule, acrescido da Bretanha (atual Grã-Bretanha), mas ignora o conhecimento do Ártico.

Isso pode ser ocasionado pelo fato de ser referente a uma cartografia analítica da região polar, onde a passagem de uma embarcação teria transitado pelo local em um período navegável que é o solstício de verão. Quando da inversão do clima de um quadro de verão para o inverno, a região não seria navegável o que dificultaria a sua percepção enquanto área territorial a ser registrada.

O alinhamento segue a orientação determinada pelo mapa de Dicaercus de Mesana, referindo-se a um ponto central que é a cidade de Rhodes, o que pode nos dar uma idéia a respeito de seu significado no mundo de sua época.

Parte dos rios são conhecidos, mas também é mencionada uma cordilheira montanhosa que é identificada também no mapa abaixo do mesmo autor.

Enquanto trabalhos cartográficos, estes são perfeitos para as áreas do Mar Mediterrâneo, Mar Egeu, Mar Vermelho, Mar Negro e apresenta uma idéia do que seria o Mar Adriático em seu tempo.

A Península Ibérica, a Grécia e principalmente a Itália possuem exatidão impressionantes, o que não se pode dizer sobre as demais regiões e isso pode ser um significado importante para que saibamos que os navegadores deste período podem ter tido conhecimentos verbais a respeito dos locais tratados no mapa como é o caso da Índia e o Sul da África, mas não transitaram pelos mesmos para que viessem a ser cartografados.

Se existia a capacidade de se cartografar o Mar Mediterrâneo tal como foi feito, é de se supor que o mesmo poderia ocorrer nas demais regiões, não o sendo, o mais lógico é portanto que não o tivessem transitado.

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