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Mu
Foi no Pacífico que o coronel inglês James Churchard iniciou suas teses sobre o continente de Mu. Durante uma onda de fome na Índia, no século 19, ele foi designado para supervisionar os socorros. Trabalhou com um sacerdote hindu, de quem se tornou amigo. O sacerdote ensinou-lhe uma língua antiga, o naacal, que acreditava ter sido o idioma original da humanidade.
Com esses conhecimentos, Churchard afirmou ter decifrado uma série de antigas inscrições em pedra, escondidas no templo em que seu amigo lhe ministrava lições. As inscrições revelavam a história de Mu, um continente no Oceano Pacífico, com o centro ligeiramente abaixo do Equador; de Leste a Oeste, media 9.600 quilômetros e, de Norte a Sul, 4.800. Era o histórico Jardim do Éden, onde, há 200 mil anos o homem tinha surgido e construído uma forma de civilização extremamente evoluída. Quando Mu foi destruída, com o cataclisma de uma ação vulcânica, a sua população era de 64 milhões.
Toda a humanidade descende de Mu. As diferenças raciais advieram dos grupos colonizadores que partiram da pátria-mãe para os diferentes cantos do mundo. Os mais poderosos deles formaram o Império Uigur, cuja capital está hoje enterrada sob o deserto de Gobi. Seus remanescentes deram origem aos arianos de hoje. As fontes do coronel Churchard não eram sempre impecáveis. Não publicou tradução direta das inscrições naacal e, como provas de sua teoria, usou quase todas as inscrições maia, do México, com a intenção de mostrar que esse povo provinha do oeste.

 
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