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Turin

1300 a.C.

Qualquer trabalho de orientação por mapeamento não pode deixar de ser reconhecido enquanto valor representativo para uma cultura.

Ainda que demonstre uma aparente inanição em termos de conhecimentos e de pesquisas, como resultado direto da ausência de equipamentos de medição, o mapa de Turin precisa ser enquadrado entre os exercícios de expansão territorial onde estes povos, ou o povo de origem deste trabalho, precisava estabelecer seus pontos de domínio e de interesse.

Interpretação

Portanto, apesar de rudimentar, o trabalho quando interpretado, permite que se entenda o povo em questão, como um povo que teria conhecimentos mais avançados do que se pretende afirmar pelo uso de objetos, onde sempre são defendidas as teses de que o homem no período de 3.500 a.C., 4.000 a.C., ou até 10.000 a.C., estaria em uma era conhecida como idade da pedra.

Sem conhecimentos mais avançados na tecnologia de metais, sem domínio de estruturas e organizações sociais, sem avanços nas áreas da ciência, principalmente a cartografia.

Mapas antigos não são nenhuma novidade na história antiga, assim como os elementos que comprovam o conhecimento mais avançado do que a evolução compreendida e defendida pelo homem moderno pode assumir.

Quando percebemos a grafia, a determinação de área, o uso de um pergaminho e a caracterização de relevos geográficos como as montanhas neste mapa, surge a contra-prova de que os conhecimentos antigos possam ser na verdade muito mais avançados do que pretende entender a nossa vã filosofia.

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