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ATLÂNTIDA
Um dos maiores mitos históricos e seguramente a mais inquietante de todas as narrativas históricas já mencionadas em todo o mundo.

Inquietante porque provém de uma origem registrada, ou seja, não se trata apenas de um conto que passou de geração em geração como na maior parte das mitologias gregas. Afinal de contas o protagonista apesar de grego, deixa muito bem claro que está se referindo a algo que lhe foi passado nos manuscritos egípcios que recebeu (o Egito é sem perda de dúvida um dos impérios mais antigos do mundo, remontando há mais de dez mil anos e denota sua remanescência a partir de uma cultura maior presente nas edificações mais antigas e que ao longo do tempo reduz para uma condição inferior), deste modo Platão nos revela parte do que encontrou nestes pergaminhos quando da sua tentativa inacabada de traduzir para o grego e tentar transformar em um conto a passagem desta tragédia, daí o porquê de renomear seus personagens com nomes gregos.

Suposição de Albert Herman's do século XIX

A maior parte das mitologias gregas é convertida em mito porque os gregos eram experientes neste ato de miscigenar a realidade com a fantasia para fazer perpetuar uma ocorrência que lhes tinha sido conhecida. Isso veio em razão de uma necessidade e de uma habilidade natural de uma parte do povo grego. São os chamados "contadores de história". Viviam no passado em condições precárias (a escrita era cara porque o custo do pergaminho importado do Egito ainda era associado ao pagamento aos que tinham escrita e eram remunerados pelos que podiam custear seus trabalhos, geralmente os políticos da Grécia antiga), vagando pelo país com poucos recursos e sobrevivendo da sua habilidade natural de contar histórias, lendas do passado, nas quais freqüentemente engrandeciam personagens que viveram o período onde eram destacados como heróis de grandes batalhas, estes contadores de história eram em geral, dotados de uma grande capacidade de memorização, ávidos pela oratória, influenciavam o imaginário com a elaboração de elementos ocultos para esclarecer o que não se poderia explicar, como no caso da ira dos Deuses para saciar com justificativas e fazer entender o porquê de determinadas tragédias climáticas. Sempre que surgiam em alguma localidade, as pessoas se reuniam em redor e pagavam para ouvir as histórias, sendo então uma atração na sociedade grega da época.

Platão, tendo recebido estes pergaminhos com a idade de dez anos, das mãos de seu bisavô Crítias que então tinha entre 82 e 86 anos, teve esta narrativa como de extrema influência para a sua personalidade e formação intelectual. Entendia a sociedade Atlante como uma sociedade ideal, uma vez que a estrutura de governo amparada em uma personalidade forte que é a de representantes como Atlas (primeiro imperador-mor de Atlântida sucessor de seu pai Posêidon), figurava em seu imaginário como uma sociedade exemplar, sem injustiças sociais, que estaria satisfeita com as suas condições aplicadas a grupos selecionados e divididos, mas cujas diferenças serão tratadas aqui.

Muito embora sejam reconhecidas como lendas, a grande verdade é que hoje, nós temos o esclarecimento de que a miscigenação dos fatos para se fazer perpetuar uma ocorrência, tenha sido na verdade uma forma muito inteligente de se fazer perdurar o seu registro. Isso ficou comprovado quando da expedição liderada por Heinrich Schliemann que entre 1870 e 1890, identificou o local da antiga cidade de Tróia na colina de Hissarlik (noroeste da Grécia na Ásia Menor) descobrindo sete cidades superpostas. Wilhelm Dörpfeld, que o auxiliava desde 1882, prosseguiu as escavações e identificou restos de mais duas cidades que viriam a ser confirmadas pelo norte americano Carl William Blegen entre 1932 e 1938.

Assim sendo, a verdade sobre tragédias narradas como em Faetonte pretendendo o carro alado de seu pai Hélio (Sol) sem saber guiar e que teria queimado a terça parte da Terra ao perder o controle e fazer com que este passasse muito próximo à Terra, pode ter sido um fato verdadeiro, visto que o mesmo é conferido em narrativas antigas de povos da América pré-colombiana na região dos Pampas, tanto quanto nas escrituras maias identificando este período pelo chamado "derretimento das rochas" em razão do calor excessivo.

O que nunca foi definido e nunca foi resolvido, senão por suposições que acabam extrapolando os métodos usualmente ordenados para o compreendimento de um fato histórico, foi a real existência, localização, dimensão e origem para a tragédia de Atlântida. Atualmente é comum em diversos segmentos da cultura ocidental, a tentativa de se relacionar ou tentar esclarecer o que tenha ocorrido com este império por meio de parapsicologia, psicografia, sensoriamento, paranormalidade, onde são pretendidos entre outros, fazer crer em nomes, personalidades, modo de vida, cor de pele, condições sociais, físicas, tecnológicas, etc., quando na verdade o que deveria ser necessário não é pretendido, ou seja, desmistificar o ocorrido para que possamos admitir que este império tenha existido no passado e não acrescermos ainda mais em possibilidades para o que ainda não foi resolvido.

Neste sentido, preciso deixar muito bem claro que nunca pretendi obter os resultados alcançados nesta pesquisa que venho fazendo desde 1982.

À priori, quero esclarecer que procurava entender um fenômeno natural, o movimento dos continentes, onde depois de aproximadamente três anos, pude descobrir que se tratava de um segmento muito recém ordenado na ciência moderna, a Geofísica, que até pouco tempo (1976) era defensora das teorias ficcistas onde não admitiam a possibilidade de que os Continentes tivessem se deslocado de um posicionamento agrupado para formar a atual geografia (ver Teoria de Wegener sobre a Deriva Continental, "A Deriva dos Continentes" de Fábio Cardinale Branco e Samuel Murgel Branco). Talvez por ter partido de um princípio absolutamente necessário (hoje entendo como o sendo e não teria alcançado tal compreendimento sem que estivesse orientado deste modo), tenha alcançado este resultado, porque é preciso entender este fenômeno para se compreender o que ocorreu e ocorre com o planeta nos tempos contemporâneos. Para dissertar sobre causa e efeito dos fenômenos naturais observados no planeta, não apenas no passado e a partir disso entender o que ocorreu com Atlântida, mas também no presente e saber que diversas condições naturais que percebemos na Terra estão associadas ao fato de que esta tragédia verdadeiramente aconteceu, é que vejo a necessidade da divulgação deste trabalho.

Tenho interesse maior em fazer com que se reconheça a antiga distribuição continental, reordenando os continentes sem a deturpação geográfica observada em todos os trabalhos neste cerne da pesquisa científica, mas a partir de dados geológicos, oceanográficos, geográficos acima e abaixo do nível oceânico. Observando e acatando a antiga orientação pólo-magnética para que se possa compreender as condições em que se encontrava o planeta no passado quando da interação física dos seus elementos (sólido, líquido e gasoso), Continentes; Oceanos, Mares e Rios; e as Massas de Ar, é que podemos obter algo concreto a respeito das suas causas, ou o que teria conduzido ao desastre sofrido pelo império. Também porque foi a partir da reordenação dos Continentes, que a existência de Atlãntida passou a ser incontestável diante dos meus olhos.

Não encontrei em nenhuma parte do mundo, e em nenhum trabalho elaborado nos segmentos da geofísica moderna: Paleomagnetismo, Fenomenologia, Magnetismo ou nos subgrupos relacionados na ciência como a Oceanografia, Geografia, etc, nada que esteja destinado ao que pretendo fazer: reordenar a antiga orientação pólo-magnética associando ao antigo posicionamento dos Continentes.

Faço votos de que o internauta possa desfrutar um pouco dos meus parcos conhecimentos adquiridos ao longo destes vinte e poucos anos de pesquisa contínua e permanente.

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