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Mapa Mundi

Os mapeamentos atuais tendem a expor a distribuição continental tal como observamos na figura acima.

Esta forma de tratamento da cartografia tem origem nos trabalhos realizados por Mercator, que em seu tempo não conseguiu ser reconhecido quando expunha este método que tem por objetivo facilitar a navegação marinha.

Hoje, tanto os navios como os aviões utilizam este método como a maneira mais facilitada para a travessia de distâncias.

As linhas de longitude e de latitude em paralelos com ângulos perpendiculares entre si, condiciona a apresentação de regiões na linha equatorial com precisão, mas acabam incorrendo no erro da planificação fazendo com que as regiões próximas aos círculos polares seja apresentada com uma dimensão aparentemente muito maior do que verdadeiramente existe, como é o caso da Groenlândia, toda a face norte da América do Norte, da Ásia, a Antártida e a própria Austrália maior do que o seu território verdadeiramente é apesar de estar mais próximo à linha equatorial, mas sua condição é menor do que a estratificação nos faz entender.

Foi a partir da compreensão dos efeitos produzidos pelo movimento da Terra em torno de seu próprio eixo, que a análise das correntes marinhas me conferiu a definição de que elas tenham estabelecido imensas correntes que giram sucessivamente umas após as outras.

Assim, acabei determinando uma maneira de interpretar as correntes marinhas e sua interação, onde as correntes que se desenvolvem a partir do perímetro magnético da Terra, exercendo atividade pelo princípio da inércia física, são as que chamaremos de Correntes Primárias.

As correntes que se desenvolvem com sentido de giro igualmente definido, mas em sentido de giro ordenado à partir da força exercida sobre elas pelas Correntes Primárias, iremos tratar como Correntes Secundárias.

Assim definidas, temos então a corrente que se formou e permanece em atuação contínua no Atlântico Norte iniciando sua ação à partir da linha equatorial como Corrente Equatorial do Atlântico Norte, segue em sentido ocidental em direção à América Central, passa pela Península da Flórida onde se converte na Corrente da América do Norte ao passar pelas planícies abissais de Nares e de Hateras, região em que afunilam o volume de suas águas e apresentam maior velocidade de deslocamento, pois a mesma quantidade de águas que passa pela região equatorial, deverá passar por estas bacias a um só tempo, ela segue em sentido horário e se converte na Corrente do Atlântico Norte, onde recebe as gélidas águas trazidas da Bacia do Labrador desde a Baía de Baffin que giram em sentido anti-horário, soman-se às que chegam da Bacia da Groenlândia, Bacia da Noruega e BAcia de Lofoten, sendo que a baixa temperatura das águas nas duas últimas é devido à origem pela corrente do Mar de Barentz.

Todas as correntes que giram a partir da força exercida pela Corrente Primária do Atlântico Norte, giram em sentido oposto, ou seja, no sentido anti-horário.

Este é apenas um exemplo da atividade exercida pelas correntes no globo. Compreendendo a maneira como elas interagem entre si, podemos compreender melhor as causas para outros fenômenos que proponho dissertar.

Para entender com mais profundidade o sentido de giro das águas oceânicas, por favor, entre na lista dos fenômenos-naturais e acesse em correntes marinhas.

Esta apresentação das placas continentais, permite compreender a origem para diversas ilhas que se formaram à partir da evolução das dorsais oceânicas. Também é pelo entendimento de sua existência enquanto divisão intra-placas, que podemos perceber o cinturão de fogo que contorna o globo e se constitui na área de terremotos, que vai desde a Terra do Fogo ao sul da América Latina, percorre toda a costa ocidental do continente passando por Chile, Argentina, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia e Venezuela na Cordilheira dos Andes, segue pela América Central por todos os países da Cordilheira dos Andes da América Central atingindo a falha de Santo André (San Andreas), México, Oeste dos EUA passando por Los Angeles e São Francisco, até o Alaska, contorna o Círculo Polar Ártico até a região das proximidades das Kurilas na Rússia, passa pelo Japão, Sul da China, Índia, Paquistão percorre pelo Oriente Médio até atingir a região da Turquia e segue pela Itália até terminar na Península Ibérica em Portugal.

Esta região é a que apresenta os principais tremores de terra do planeta, sendo as demais zonas de efeito secundário ou de acomodação do solo.

No entanto regiões como a Serra do Tombador no Mato Grosso do Sul e principalmente as cidades de João Câmara em Pernambuco e Caetano no Ceará, se constituíram nos últimos anos em zonas de tremores de terra.

Se assimilarmos a idéia da teoria de placas, os abalos sísmicos mais significativos existem nas regiões de divisa entre elas o que é admissível até porque a origem dos abalos está relacionada ao movimento de encontro ou de atrito entre elas. Encontro quando uma placa se direciona à outra, como o que ocorre com freqüência na placa do Pacífico Sul contra a Placa da América do Sul e resulta nos danos das cidades situadas na região da Cadeia Andina.

O atrito é exemplificado pelo movimento em sentido oposto entre as placas da América do Norte e placa da América do Sul, o que resulta em uma separação e conseqüêntes abalos na Falha de Santo André.

Mas os registros cada vez maiores e cada vez mais intensos no território brasileiro que não deveria apresentar este tipo de fenômeno, permite que possamos compreender as suas causas como algo relacionada a fatores que promovam o surgimento de subdivisões na placa da América do Sul, o que pode resultar em um problema desastroso para o Brasil em todos os sentidos, pois dará origem a este tipo de fenômeno quando do movimento de uma placa em um sentido oposto ao de outra recém formada e pode causar maior freqüência dos abalos, que passarão então a ser alinhados em uma extensa faixa de terra, percorrendo diversas cidades do país.

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